Bets: R$ 1,325 bilhão será devolvido a 26,5 milhões de apostadores
Bancos devolvem os valores entre 9 e 14 de outubro de 2026; o que sobrar vai para a Caixa
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Empresas de apostas informaram aos bancos os saldos que ainda estavam nas contas dos apostadores, e a devolução vai até 14 de outubro de 2026.
Cerca de 26,5 milhões de apostadores têm direito a receber de volta um total de R$ 1,325 bilhão que ficou nas contas de casas de apostas on-line (as chamadas bets) após o fim das operações dessas plataformas no país. A devolução começou a ser organizada em 7 de outubro de 2026, segundo a Agência Brasil.
Como será a devolução
Nos dias 7 e 8 de outubro de 2026, as empresas informaram aos bancos os saldos de cada apostador, separados por CPF e vinculados à conta bancária usada nos depósitos. Entre 9 e 14 de outubro de 2026, os bancos devem devolver os valores diretamente a essas contas.
A partir de 14 de outubro de 2026, o dinheiro que não puder ser devolvido pelos bancos será encaminhado à Caixa Econômica Federal, que ficará responsável por concluir a restituição.
Prazo de saque terminou
O prazo para sacar o saldo diretamente nas plataformas terminou às 23h59 de segunda-feira, 5 de outubro de 2026. Quem não retirou o dinheiro nessa janela passa a depender do processo de devolução descrito acima.
Os números
De acordo com a reportagem, 86,2 milhões de contas tinham saldo inferior a R$ 1, somando R$ 15,5 milhões, com valores entre R$ 0,01 e R$ 0,99. O número de contas supera o de apostadores porque uma mesma pessoa pode ter cadastro em mais de uma plataforma.
Ao todo, 188 sites legalizados tiveram a autorização cancelada, e 13.241 sites ilegais foram encaminhados para bloqueio.
O que fazer
Quem tinha saldo deve conferir a conta bancária usada nos depósitos entre 9 e 14 de outubro de 2026. Se o valor não aparecer, a orientação é aguardar o repasse à Caixa e buscar informações nos canais oficiais do banco e da Caixa. Desconfie de mensagens, ligações ou links que prometam liberar o dinheiro mediante pagamento de taxa ou envio de senha, pois golpistas costumam aproveitar situações como essa.
Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br.
Fonte principal: agenciabrasil.ebc.com.br
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