CNI, CNC e CACB cobram união, responsabilidade fiscal e apoio aos pequenos negócios após a reeleição de Lula
Entidades pedem segurança jurídica, diálogo e atualização dos limites do Simples Nacional, parada desde 2018
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Entidades empresariais divulgaram notas nesta segunda-feira (26) com cobranças ao presidente Lula após a reeleição. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) defendeu a união do país: “Precisamos convergir para um único Brasil, uma única sociedade”, disse o presidente da entidade, Ricardo Alban, que se colocou à disposição para colaborar com propostas e citou o documento Brasil 2050.
A Confederação Nacional do Comércio (CNC), presidida por José Roberto Tadros, pediu diálogo, respeito às instituições, competitividade e segurança jurídica. Já a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), de Alfredo Cotait Neto, cobrou medidas específicas para micro, pequenas e médias empresas e uma política de ajuste fiscal que não comprometa a geração de empregos.
A CACB também pediu a atualização dos limites de enquadramento do Simples Nacional, pendência que, segundo a entidade, existe desde 2018. O tema interessa diretamente ao pequeno comércio, às pousadas e aos barraqueiros do litoral, que predominam entre os negócios enquadrados no regime.
Fonte principal: www.gazetadopovo.com.br
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