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Ceará cria 9.295 vagas com carteira assinada em agosto e fica em 3º no Nordeste

Serviços e construção lideram o saldo do Novo Caged; no país, acumulado do ano é o menor desde 2020

Ceará cria 9.295 vagas com carteira assinada em agosto e fica em 3º no Nordeste
Foto: Otávio Nogueira / Wikimedia Commons, CC BY 2.0 (imagem ilustrativa)

O Ceará fechou agosto com saldo de 9.295 empregos formais, 33,9% acima do mesmo mês de 2025, segundo o Novo Caged noticiado por O Povo; o estado ficou em terceiro no Nordeste.

O Ceará abriu 9.295 vagas formais líquidas em agosto de 2026, segundo os dados do Novo Caged noticiados por O Povo em 29 de setembro. O resultado é o saldo entre 64.008 admissões e 54.713 desligamentos.

Números do estado

O saldo cearense ficou 33,9% acima do de agosto de 2025, quando o estado gerou 6.938 postos. Também representa alta de 133,1% em relação a julho deste ano. Entre os estados do Nordeste, o Ceará ficou em terceiro lugar, atrás de Pernambuco (13.428) e da Bahia (11.647).

Quem puxou as vagas

  • Serviços: 5.267 vagas (31.302 admissões e 26.035 desligamentos);
  • Construção: 1.897 vagas (7.900 admissões e 6.003 desligamentos);
  • Comércio: 1.193 vagas;
  • Agropecuária: 945 vagas;
  • Indústria: saldo negativo de 6 postos (9.942 admissões e 9.948 desligamentos).

Em estoque, segundo O Povo, o setor de serviços ultrapassa 700 mil vagas no estado e o comércio chega a 288 mil. A indústria vem em seguida, com pouco mais de 284 mil.

O cenário nacional

Pelos dados do Ministério do Trabalho e Emprego, também reportados por O Povo, o Brasil teve saldo de 165.827 vagas em agosto, resultado de 2.294.563 admissões e 2.128.736 desligamentos. O número ficou dentro da faixa das estimativas do mercado, que variavam de 55.789 a 169.980 vagas. De janeiro a agosto, o país somou 1.134.033 postos, o menor resultado para o período desde 2020, com queda de 25,2% sobre o mesmo intervalo de 2025.

O que os dados não mostram

O Caged traz o total do estado. Os números das reportagens não separam o litoral do interior, portanto não dá para dizer quanto das vagas surgiu nas cidades de praia. Para quem acompanha a economia da costa cearense, o saldo de serviços e de comércio é o dado mais próximo do turismo e do movimento de verão.

Fonte: opovo.com.br.

Fonte principal: www.opovo.com.br

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